quinta-feira, 24 de maio de 2012

A fila anda




                                       Os tempos do abuso sentimental acabaram


Hoje recebi um link de uma colega jornalista, que sinceramente? Amei!

É um texto voltado para o público masculino, mas que podem ser enquadrados em qualquer caso, independente de gênero.

O editor executivo IVAN MARTINS, escreve semanalmente para a coluna da ÉPOCA.


O que mais me chamou atenção foi a forma que ele usou as palavras, o texto é atrativo, a leitura tem uma ginga, você vai lendo, lendo e quando vê! Puff, leu tudo.
Confiram:

Quem me apresentou à expressão foi Fábio Júnior, o cantor. Ele tinha acabado um casamento relâmpago de artista e sua explicação chegou aos jornais com franqueza desconcertante: “A fila andou”. Por alguns segundos eu não entendi, depois fiquei passado. Como alguém diz uma grosseria dessas? E a consideração pela outra pessoa, não existe? 
Isso faz tempo. Desde então, a expressão se banalizou. Toda mundo fala e todo mundo escreve. Só nos últimos dias, deparei com “a fila anda” na capa de uma revista e numa propaganda de perfume. A metáfora pegou e parece que vai ficar no nosso vocabulário e no nosso comportamento: as filas andam mesmo, de forma cada vez mais rápida. Ninguém quer ficar parado. 
Antes de continuar, uma confissão: eu tenho dificuldade com esse tipo de andamento. Para mim a fila anda bem devagarzinho, quando anda. Às vezes fica parada por muitos anos, e é bom assim. Dá tempo de conversar, relaxar, ser feliz. Ficar sozinho, sem fila nenhuma, é meio aflitivo, mas acontece – e de vez em quando é necessário. Se você corre de uma fila para outra, ou fica preocupado em manter cheia a sua fila, acaba entediado ou perdido ou meio desesperado. Para mim não serve.
Apesar disso, reconheço virtudes na ideia de que a fila anda.
A primeira é lembrar a mim, a você e a todo mundo que os tempos do abuso sentimental acabaram. Se você não tratar as pessoas direito, elas irão embora. É simples assim. Todos têm opções e contam com o amparo das leis e dos costumes para procurar o melhor para si mesmo. A oferta afetiva é enorme. Em toda parte há gente disponível e atraente, de todos os tipos e de todas as idades. Saber que a fila anda ajuda a prestar atenção na pessoa ao nosso lado. Quem gosta cuida, diz o clichê. Mais do que nunca ele está certo. 
Outra coisa positiva na expressão “a fila anda” é que ela nos põe de frente com um aspecto inevitável da realidade: a transitoriedade de boa parte das relações. A depender da nossa idade ou do meio em que a gente vive, a fila vai andar mesmo, o tempo todo, goste-se ou não. Faz parte. Quando a gente é adolescente, acha que o primeiro amor vai durar a vida toda. Não dura. O mesmo acontece na juventude. A gente se apaixona, se desapaixona, dispensa, é dispensado, sofre, faz sofrer. A fila anda da mesma forma que a vida anda – até que algo importante a faça parar. O que há de errado nisso? Nada. 
Mas há na nossa cultura sentimental um componente masoquista que não combina com a simplicidade da fila que anda. Temos a expectativa equivocada de que todas as emoções serão eternas. Quando as coisas acabam, nos despedaçamos. Em vez de olhar para frente e tentar recomeçar, nos achamos no direito de empacar, insistir, implorar, perseguir. Temos a vocação do melodrama. A dor inevitável das rupturas é ampliada pela sensação de injustiça. Nos achamos vítimas do outro, e há um prazer medonho em sentir-se assim.
Tem gente que acha isso natural, eu acho que é aprendido. Acho que de alguma forma dizemos para as nossas crianças que amor é para sempre e que o fim de uma paixão equivale ao fim do mundo. As músicas dizem isso, as novelas sugerem isso. Há uma indústria cultural gigantesca que se alimenta da dor de cotovelo e da sensação de abandono. A troca de parceiros e a experimentação da juventude, que poderiam ser celebradas como bons momentos da vida, viram uma preparação angustiada para o compromisso, a busca apressada do verdadeiro amor, um breve período de promiscuidade que antecede a escolha definitiva.
Por trás da nossa atitude descolada, há expectativas que não são modernas nem liberais. Por isso nos apegamos a quem nos tiraniza (“ele me ama”) e desabamos quando a fila anda. Por isso queremos morrer. É claro que eu estou exagerando, mas não muito.
Nossa breguice sentimental, que é o oposto da “fila anda”, leva a situações esdrúxulas. Outro dia presenciei um amigo de 26 anos consolando um cara da idade dele que falava em se matar por ter sido deixado pela namorada... Onde ele aprendeu esse tipo de comportamento?
As pessoas não falam em se matar quando são reprovadas no vestibular ou demitidas de um emprego bacana, como acontece no Japão. Mas acham natural pensar essas bobagens depois de um pé na bunda. É isso que eu chamo de breguice - e não tem o menor cabimento.
Quando se considera isso tudo, não acho tão ruim dizer que “a fila anda”. A expressão pode denotar frieza e desrespeito pelos outros. Pode ser sinônimo de uma atitude egoísta e utilitária. Mas pode, também, sinalizar uma percepção saudável e corajosa das relações humanas. A fila anda, a gente avança, lá na frente descobre coisas melhores. Sempre de cabeça erguida. Melhor do que ficar choramingando, né?
(Ivan Martins escreve às quartas-feiras)

quarta-feira, 9 de maio de 2012

10 Dicas para Você!

Esses dias eu estava procurando uma imagem no google, e ao clicar na imagem fui redirecionada para um blog, achei super bacana e hoje resolvi publicar em nosso blog um de seus pots bacanas.

Vale a pena conferir. :)




1. Não esqueça o café da manhã, esta é a primeira refeição que você faz depois de muitas horas sem se alimentar e é fundamental para começar bem o dia.

     2. Beba água! Inclua em sua rotina este hábito simples. Carregue sempre consigo uma garrafinha. A água faz o intestino funcionar melhor, hidrata os órgãos, faz bem para a pele e cabelos.

     3. Um doce de vez em quando não faz mal a ninguém. Se você tem uma alimentação balanceada e hábitos saudáveis, vez ou outra pode se permitir comer um doce sem comprometer sua saúde.

     4. Controle a ansiedade. Planeje sua vida, isso você pode fazer. Mas não se martirize se todas as suas metas não forem alcançadas no tempo previsto. Reavalie seus objetivos e permita-se abrir mão do que não é realmente essencial. Tenha firmeza, mas cuide para que sua felicidade não dependa exclusivamente disto.

     5. Seja elegante ao comer. Comece pela entrada de saladas. Monte um prato com folhas verdes e legumes para depois partir para os pratos quentes.

     6. Troque o refrigerante pelo suco natural. Se você não tem tempo para prepará-lo, opte por chá gelado, água de coco ou mesmo uma água aromatizada: para prepará-la coloque uma jarra de água na geladeira com um raminho de hortelã ou uma casca de limão, cravo ou canela em pau.

     7. Tenha em mente que a refeição que você faz é um tempo que você tira para cuidar de você. Desfrute cada uma delas com calma e tempo. Mastigue bem os alimentos e coma devagar. O cérebro demora em torno de 20 minutos para dar sinal de que o estômago está cheio.

    8. Movimente-se! Talvez você não seja um amante das atividades físicas, mas tente escolher alguma que te dê prazer. Caminhar alguns quarteirões para levar o cachorro para passear, andar de bicicleta no parque, ou brincar com o filho ou neto pode ser uma opção gostosa para se movimentar.

     9. Experimente preparar algum prato diferente e saudável. Hoje já existem muitas receitas disponíveis com alimentos saudáveis que podem ser saborosos. Procure testar seu paladar preparando uma vez por semana uma receita com algum ingrediente diferente e provoque seu paladar ao desconhecido. Você vai descobrir muitas coisas gostosas e boas para sua saúde até que este hábito se torne natural para você.

     10
. Sorria. Isso muda o mundo e as pessoas ao seu redor. Seja um transmissor de bons pensamentos e atitudes. Você tem o poder de influenciar as pessoas que estão a sua volta com um simples bom humor, já pensou em usar isso?


Gostou? Siga o blog: Mundo mais orgânico

Tem muita dica bacana que vale muito a pena conferir.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Despenteia






Hoje aprendi que é preciso deixar que a vida te despenteie, por isso decidi aproveitar a vida com mais intensidade...


E o que é realmente bom dessa vida, despenteia...


Fazer amor, despenteia.
Rir às gargalhadas, despenteia.
Viajar, voar, correr, entrar no mar, despenteia.
Tirar a roupa, despenteia.
Beijar à pessoa amada, despenteia.
Brincar, despenteia.
Cantar até ficar sem ar, despenteia.


Então, como sempre, cada vez que nos vejamos eu vou estar com o cabelo bagunçado... mas pode ter certeza que estarei passando pelo momento mais feliz da minha vida.


Por isso: entregue-se, coma coisas gostosas, beije, abrace, dance, apaixone-se, relaxe, viaje, pule, durma tarde, acorde cedo, corra, voe, cante, arrume-se para ficar linda, arrume-se para ficar confortável!


Admire a paisagem, aproveite, e acima de tudo, deixa a vida te despentear!


O pior que pode passar é que, rindo frente ao espelho, você precise se pentear de novo...

sexta-feira, 20 de abril de 2012

A Síndrome dos vinte e tantos anos



A chamam de ‘crise do quarto de vida’.
Você começa a se dar conta de que seu círculo de amigos é menor do que há alguns anos.
Se dá conta de que é cada vez mais difícil vê-los e organizar horários por diferentes questões: trabalho, estudo, namorado(a) etc..

As multidões já não são ‘tão divertidas’. ..
E às vezes até lhe incomodam.

E você estranha o bem-bom da escola, dos grupos, de socializar com as mesmas pessoas de forma constante.
Mas começa a se dar conta de que enquanto alguns eram verdadeiros amigos, outros não eram tão especiais depois de tudo.

Você começa a perceber que algumas pessoas são egoístas e que, talvez, esses amigos que você acreditava serem próximos não são exatamente as melhores pessoas que conheceu e que o pessoal com quem perdeu contato são os amigos mais importantes para você.

Ri com mais vontade, mas chora com menos lágrimas e mais dor.
Partem seu coração e você se pergunta como essa pessoa que amou tanto pôde lhe fazer tanto mal.

Ou, talvez, a noite você se lembre e se pergunte por que não pode conhecer alguém o suficiente interessante para querer conhecê-lo melhor.
Parece que todos que você conhece já estão namorando há anos e alguns começam a se casar.

Talvez você também, realmente, ame alguém, mas, simplesmente, não tem certeza se está preparado (a) para se comprometer pelo resto da vida.
Os rolês e encontros de uma noite começam a parecer baratos e ficar bêbado(a) e agir como um(a) idiota começa a parecer, realmente, estúpido.

Sair três vezes por final de semana lhe deixa esgotado(a) e significa muito dinheiro para seu pequeno salário.

Olha para o seu trabalho e, talvez, nao esteja nem perto do que pensava que estaria fazendo. Ou, talvez, esteja procurando algum trabalho e pensa que tem que começar de baixo e isso lhe dá um pouco de medo.

Dia a dia, você trata de começar a se entender, sobre o que quer e o que não quer.
Suas opiniões se tornam mais fortes.
Vê o que os outros estão fazendo e se encontra julgando um pouco mais do que o normal, porque, de repente, você tem certos laços em sua vida e adiciona coisas a sua lista do que é aceitável e do que não é.

Às vezes, você se sente genial e invencível, outras… Apenas com medo e confuso (a).
De repente, você trata de se obstinar ao passado, mas se dá conta de que o passado se distancia mais e que não há outra opção a não ser continuar avançando.
Você se preocupa com o futuro, empréstimos, dinheiro… E com construir uma vida para você.

E enquanto ganhar a carreira seria grandioso, você não queria estar competindo nela.
O que, talvez, você não se dê conta, é que todos que estamos lendo esse textos nos identificamos com ele. Todos nós que temos ‘vinte e tantos’ e gostaríamos de voltar aos 15-16 algumas vezes.

Parece ser um lugar instável, um caminho de passagem, uma bagunça na cabeça… Mas TODOS dizem que é a melhor época de nossas vidas e não temos que deixar de aproveitá-la por causa dos nossos medos…
Dizem que esses tempos são o cimento do nosso futuro.
Parece que foi ontem que tínhamos 16…


quarta-feira, 21 de março de 2012


Meu pai não bebia, não fumava e morreu cedo. Não roubava e morreu pobre. Tirava o que tinha para dar para os outros e teve poucas pessoas para carregar seu caixão. Depois que ele morreu, nenhum parente perguntou se seu filho precisava ou não de algo. Ou seja, em vida meu pai me ensinou a ser a melhor pessoa que eu conseguir. Em morte, me ensinou a não esperar nada em troca por isso.
Danilo Gentili


Achei esse texto muito interessante, porém triste!
É a prova que devemos sempre fazer o bem sem esperar nada em troca. 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012



Eu me perdi, perdi você. Perdi a voz, o seu querer.... Agora sou somente um,
longe de nós, um ser comum...

Em meio a tantas confusões, compreendi que não temos domínio sobre nada.
Tive o prazer de conhecer e esquecer várias pessoas.

Mas, resolvi que só fica na minha vida quem quer...
Pensei várias vezes porque algumas pessoas se afastaram de mim, fiquei triste chorei, mas quem é seu amigo de verdade não vai embora.

São tantas sensações, que é difícil descrever em um post =)

Quero agradecer aos que permanecem, e dizer que fico honrada com as novas pessoas que apareceram para melhorar ainda mais...

Obrigada por confiar em nossa amizade...
Eu me perdi, perdi você. Perdi a voz, o seu querer.... Agora sou somente um,
longe de nós, um ser comum...


Em meio a tantas confusões, compreendi que não temos domínio sobre nada.
Tive o prazer de conhecer e esquecer várias pessoas.

Mas, resolvi que só fica na minha vida quem quer...
Pensei várias vezes porque algumas pessoas se afastaram de mim, fiquei triste chorei, mas quem é seu amigo de verdade não vai embora.

São tantas sensações, que é difícil descrever em um post =)

Quero agradecer aos que permanecem, e dizer que fico honrada com as novas pessoas que apareceram para melhorar ainda mais a minha vida e principalmente que confiam e que acreditam em nossa amizade...